ENCONTRO MARCADO    
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LYGIA FAGUNDES TELLES

19 de abril de 1923 – nasce, em São Paulo, Lygia de Azevedo Fagundes.

1938 – publica seu primeiro livro, Porão e Sobrado, que reúne doze contos.

1940 – ingressa na Escola Superior de Educação Física

1941 – inicia o curso de Direito. Freqüenta as rodas literárias da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco. Integra a Academia de Letras da Faculdade e colabora com os jornais Arcádia e A Balança, veículos acadêmicos.

1944 – a Editora Martins (SP) publica sua segunda coletânea de contos, Praia Viva.

1946 – termina o curso de Direito.

1949 – prêmio Afonso Arinos, da Academia Brasileira de Letras, pelo livro de contos O cacto vermelho.

1950 – casa-se com o jurista Godoffredo da Silva Telles Jr.

1954 – as edições de O Cruzeiro lançam Ciranda de Pedra.

1958 – prêmio do Instituto Nacional do Livro pelo livro de contos Histórias do desencontro.

1960 – separa-se de Godoffredo da Silva Telles Jr..

1963 – passa a viver com Paulo Emílio Salles Gomes e começa a escrever As Meninas, inspirada no momento político brasileiro.

1967 – a convite do cineasta Paulo César Saraceni e em parceria com Paulo Emílio, faz adaptação para cinema do romance D. Casmurro, de Machado de Assis.

1970 – recebe, na França, o Grande Prêmio Internacional Feminino para Estrangeiros pelo livro de contos Antes do baile verde.

1973 – arrebata todos os prêmios literários de importância no país: Coelho Neto, da Academia Brasileira de Letras; Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro; de Ficção da Associação Paulista de Críticos de Arte, com o romance As meninas.

1977 – integra o corpo de jurados do Concurso Unibanco de Literatura. Em setembro morre Paulo Emílio Salles Gomes. Lygia assume então a presidência da Cinemateca Brasileira, que Paulo Emílio ajudara a fundar. A escritora permanecerá diretamente ligada à entidade até meados dos anos 80. Recebe o prêmio da categoria Pen Club do Brasil com o livro de contos Seminário dos ratos.

1978 – a Rede Globo de Televisão leva ao ar um Caso Especial baseado no conto Jardim Selvagem.

1981 – Rede Globo de Televisão transmite, entre maio e novembro, a telenovela Ciranda de Pedra, adaptada de seu romance.

1982 – é eleita para a cadeira 28 da Academia Paulista de Letras.

1985 – por 32 votos a 7, é eleita para ocupar a cadeira 16 da Academia Brasileira de Letras na vaga deixada por Pedro Calmon. A eleição acontece no dia 24 de outubro, mas Lygia só será empossada no dia 12 de maio de 1987.

1990 – seu filho Godoffredo realiza o documentário Narrarte, sobre a vida e a obra da mãe.

1993 – a Rede Globo apresenta, dentro da série Retratos de Mulher a adaptação da própria Lygia do seu conto O moço do saxofone – que faz parte do livro Antes do baile verde – num episódio denominado Era uma vez Valdete.

1994 – participa da Feira do Livro de Frankfurt, na Alemanha.

1996 – estréia o filme As meninas, de Emiliano Ribeiro, baseado no romance homônimo de Lygia.

1997 – em maio, participa da série O escritor por ele mesmo, do Instituto Moreira Salles, para o qual redige um depoimento dizendo por que escreve. A Editora Rocco, do Rio de Janeiro, adquire os direitos de publicação de toda obra de Lygia (passada e futura).

1998 – em março, participa do 18º Salão do Livro da França. Conclui um livro de crônicas a sair pela Editora Rocco.