ENCONTRO MARCADO    
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ZELITO VIANA

Apesar de não acreditar e, portanto, não entender nada de astrologia, sou obrigado a reconhecer que sou um taurino de almanaque: obstinado, leal, amoroso, sensível, rabujento, teimoso, determinado e por aí afora...
Do meu pai herdei o senso de humor infernal, que já me causa muitos problemas, pois não consigo perder uma piada. De minha mãe o amor pela música. Como gostava muito de matemática, cometi o equívoco de estudar engenharia.
Graças ao saudoso e brilhante ser humano que era Leon Hirshman – meu colega de turma na Escola de Engenharia – me meti no cinema. À exceção de fotógrafo, acho que já fiz de tudo nessa profissão: fui produtor, distribuidor, exibidor, alugador de equipamentos, roteirista, montador, dirigente sindical, autoridade governamental, presidente de entidade de classe.
Hoje, depois de 34 anos de atividade, estou concluindo meu sétimo e mais ambicioso filme de longa-metragem como diretor: "Villa-Lobos, uma vida de paixão", inspirado na vida e na obra deste verdadeiro gênio da raça que foi maestro Heitor Villa-Lobos.
Com Villa-Lobos tenho muitas coisas em comum: o gosto pelo brilhar, pelo café forte, pelo bom charuto, pelo Western e, principalmente, por um imenso amor ao Brasil. Além disso tudo, nós dois somos apaixonados pela música de VILLA-LOBOS.
Fui conhecido como irmão de Chico Anísio, hoje sou famoso como pai do Marcos Palmeira e espero viver o suficiente para me tornar "imortal" como avô do Janjão e da Bia.
Grande abraço,

Zelito Viana.