ENCONTRO MARCADO    
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SERGIO BRITTO

Peças em que atuou

1945 - Estréia no teatro com Romeu e Julieta, de Shakespeare, direção de Esther Leão e com Jerusa Camões também no elenco. Teatro Universitário.

1947/48 - Hamlet, de Shakespeare, direção de Wolfgang Hoffmann Harnisch. A Castro, de Antonio Ferreira. Teatro do Estudante.

1949 - Arlequim, servidor de dois patrões, de Goldoni, e Tragédia em Nova York, de Maxwell Anderson, direção de Ruggero Jacobbi. Simbita e o dragão, de Lúcia Benedetti.

1950 - O pai, de Strindberg. Quebranto, de Coelho Netto. Electra, de Eugene O`Neil, direção de Ruggero Jacobbi. Lady Godiva, de Guilherme Figueiredo. Pancada de amor (Private lies), de Noel Coward. O homem, a besta e a virtude, de Pirandello, Sergio co-dirige o espetáculo ao lado de Carla Civelli.

1951 - O atentado de Somim. A tia de Carlitos, de Brandon Thomas, direção de Armando Couto. O terror desafinou (infantil). A tempestade, de Mario Brasini.

1952 - O massacre. O magnífico. Manequim, de Henrique Pongetti, direção de Eugênio Kusnet. A prostituta respeitosa, de Sartre. A família Barret, de Rudolf Bersier. O fundo do poço, de Helena Silveira. Desejo, de Eugene O`Neil.

1953 - Esta noite é nossa, de Stafford Dickens, direção de José Renato.

1954 - Uma mulher e três palhaços (Voulez-vous jouer avec moi?), de Marcel Achard, direção de José Renato. O canto da cotovia, de Jean Anouilh.

1955 - Com a pulga atrás da orelha, de Feydeau e A moratória, de Jorge Andrade, ambas com direção de Gianni Ratto. Mirandolina, de Goldoni, direção de Ruggero Jacobbi. A ilha dos papagaios, de Sergio Toffano.

1956 - A casa de chá do luar de agosto. Nossa vida com papai.

1957 - Rua São João Luis, 27, 8º andar, de Abílio Pereira de Almeida. Os interesses criados, de Jacinto Benavente. A mui curiosa história da matrona de Éfeso, de Guilherme Figueiredo.

1958 - Vestir os nus, de Pirandello. O panorama visto de ponte, de Arthur Miller. Pedreira das almas, de Jorge Andrade.

1959 - O mambembe, de Arthur Azevedo, direção de Gianni Ratto.

1960 - A profissão da Sra. Warren, de Bernard Shaw. O Cristo proclamado, de Francisco Pereira da Silva. Com a pulga atrás da orelha, de Feydeau. Todas com direção de Gianni Ratto.

1961 - O beijo no asfalto, de Nelson Rodrigues, direção de Fernando Torres. História de herói, de Maria Inês S. de Almeida. Festival de Comédias - Cervantes, Molière e Martins Pena -direção de Gianni Ratto.

1962 - O homem, a besta e a virtude, de Pirandello, direção de Gianni Ratto. Conchita. Vestido de noiva, de Nelson Rodrigues. De repente no verão passado, de Tennessee Williams.

1964 - História de muitos amores, de Domingos de Oliveira. Meu querido mentiroso, de Bernard Shaw. Mirandolina, de Goldoni, direção de Gianni Ratto.

1965 - Santa Joana, de Bernard Shaw, direção de Flávio Rangel. Flor de cactus.

1966 - A mulher de todos nós (La parisienne), de Henri Becque, direção de Fernando Torres. O homem do princípio ao fim, de Millôr Fernandes.

1967 - A volta ao lar, de Harold Pinter.

1968/69 - Remontagens de A volta ao lar, O homem do princípio ao fim, A mulher de todos nós.

1970 - Fim de jogo, de Samuel Beckett, direção de Amir Haddad.

1971 - O homem do princípio ao fim. O marido vai à caça, de Feydeau, direção de Amir Haddad.

1972 - Tango, de Mrozeck, direção de Amir Haddad.

1973 - Feira de aniversário, de Harold Pinter, direção de Amir Haddad. Missa leiga, direção de Ademar Guerra.

1974 - A gaivota, de Tchecov, direção de Jorge Lavelli. Os autos sacramentais, direção de Victor Garcia.

1975 - A noite dos campeões, de Jason Miller.

1976/80 - Papa Highirte, de Oduvaldo Viana Filho. A morte acidental de um anarquista, de Dario Fo.

1983/85 - Rei Lear, de Shakespeare. Assim é se lhe parece, de Pirandello. Quatro vezes Beckett, direção de Gerald Thomas.

1986/88 - Quartet. A cerimônia do adeus, de Jean Paul Sartre. Meu querido mentiroso, de Bernard Shaw.

1989/92 - Jardim das cerejeiras, de Tchecov. Meu querido mentiroso 2. Baile de máscaras, de Mauro Rasi. Céu de asfalto.

1993/95 - O cortiço I e II, de Aloisio de Azevedo. Na era do rádio.

1998 - Meninos, eu vivi, de Sergio Britto e Marcos Santos.


Peças que dirigiu:

1949 e 1953 - Judas em Sábado de Aleluia, de Martins Pena.

1950 - O homem, a besta e a virtude, de Pirandello, co-direção com Carla Civelli.

1951 - A tempestade, de Mario Brasini.

1954 - Festival Medieval, quatro peças de Alejandro Casona

1968/69 - O homem do princípio ao fim, de Millôr Fernandes.

1970 - Romeu e Julieta, de Shakespeare, infantil com adaptação de Rubens Rocha Filho. Em família, de Oduvaldo Viana Filho.

1973 - Os efeitos dos raios gama nas margaridas do campo, de Paul Zinder.

1976/77 - Os filhos de Kennedy.

1978 - Os veranistas, de Máximo Gorki.


Óperas que dirigiu:

1974 - La Traviatta,

1987 - Carmen, de Bizet e O guarani, de Carlos Gomes.


Peças que produziu:

1970/73 - Fim de Jogo, Um marido vai à caça, Festa de aniversário e Tango, que lhe deu o prêmio Molière.


Livros que escreveu:

O palco dos outros: caderno de viagens (1973-1992), 1993, Rio de janeiro, Rocco.

Sergio Britto - Fábrica de ilusões, 50 anos de teatro, 1996, Rio de Janeiro, Salamandra/Funarte.