ENCONTRO MARCADO    
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GERALDO CARNEIRO

[ Belo Horizonte: 1952 ] Faz da poesia a primeira das inúmeras artes que pratica. Da letra de música ao roteiro de cinema e TV ou do teatro, brotam o humor, a criatividade e a fertilidade deste poeta que busca, antes de tudo, os pedaços da fala, os cacos, no dizer do crítico Silviano Santiago. Nesta pós-modernidade rica em linguagens e vias expressas, Geraldo Carneiro, mineiro com seus "demônios barrocos" é, simultaneamente, leitor e autor sôfrego, exacerbado, capaz de amar a palavra e acreditar na poesia como veículo das interrogações de nosso tempo.

Atualizado em 1999