ENCONTRO MARCADO    
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MOACYR SCLIAR

"Scliar, um narrador consumado, universaliza a experiência judaico-brasileira, uma experiência que é construída de uma amálgama de fato histórico e quimérica invenção."
Robert DiAntonio, St. Louis Post, Dispatch, Feb. 07, 1988.

"A voz de Scliar é uma voz nova. Suas raízes artísticas estão tão firmemente fixadas na tradição e na mitologia judaicas quanto estão na história literária brasileira. Dada a amplitude e a profundidade da vida artística brasileira, não é de surpreender que sua mais recente invenção literária – original, fascinante, poderosa, absorvente, enfim, merecedora de todos os bons qualificativos que se possa dizer de um romance – seja obra deste filho de emigrantes judeus russos."
Alan Ryan, The Washington Post, Feb. 21, 1988.

"Recomendo urgentemente que todos leiam a obra deste mestre brasileiro agora descoberto nos Estados Unidos."
Herbert Gold, The New York Times, Jan. 31, 1998.

"As raízes literárias de Scliar estão na tradição judaica, na poesia neoclássica portuguesa do século dezoito, em Mario de Andrade... A partir daí ele desenvolveu um estilo próprio, cheio de humor, inteiramente adequado à sua fabulosa visão de ficcionista."
Alberto Manguel, The Village Voice, December 16, 1986.

"As cenas desfilam, saborosas, levadas com humor delicioso pela mão de um mestre... O estilo de Scliar é vivo, leve, incisivo."
J. Coli & A Seel, Le Monde, 19 avril 1985.

"Scliar tem o gosto pela inventividade ficcional, desenvolvendo uma narrativa fértil, alegre e fantasiosa."
Pierre Rivas, La Quinzaine Littéraire, 16 octobre 1986.

"O estilo é seco e preciso. A arte de trabalhar a frase torna eficaz a narrativa fantástica, sem nenhuma descrição supérflua, sem nenhuma metáfora inútil."
Jacobo Machover, Libération, 5 mai 1990.