ENCONTRO MARCADO    
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MÁRIO PRATA

11 de fevereiro de 1946 – nasce Mario Alberto Campos de Morais Prata, em Uberaba, Minas Gerais.

1956 – é o redator de um jornalzinho de classe.

1960 – começa a escrever a coluna social de A Gazeta de Lins (SP), sob o pseudônimo de Franco Abbiazi.

1962 – recebe um convite de Roberto Filipelli – mais tarde diretor da Rede Globo de Televisão, em Londres – para criarem juntos um pequeno jornal, intitulado Jornal do Lar; ainda nesta época, Samuel Wainer o leva para escrever no Última Hora.

1966 – ingressa no Banco do Brasil.

1967 – presta vestibular para a USP, matriculando-se no curso de Economia; primeiro lugar no I Concurso Universitário de Contos da PUC-SP com o conto O morto que morreu de rir.

1970 – revelação de Autor com O cordão Umbilical.

1972 – abandona o Banco do Brasil.

1972/73 – colabora em O Pasquim.

1977 – revelação de autor com Estúpido Cupido.

1979 – segundo lugar no concurso de textos inéditos do INACEM (Instituto Nacional de Artes Cênicas, do Ministério da Cultura), com Fábrica de Chocolates; prêmio Mambembe do Ministério da Cultura com Fábrica de Chocolates.

1982 – Prêmio Mambembe do Ministério da Cultura com Besame Mucho.

1984 – segundo lugar, concurso de textos inéditos, com Salto Alto, INACEN; recebe também o prêmio de melhor autor do ano, em São Paulo, com Salto Alto e Purgatório.

1989 – melhor roteiro do II Festival Internacional del Nuevo Cine Latinoamericano de Cuba com Reinaldo sigue nadando?.

1990 – indicação para o prêmio Shell pelo Projeto Oswald de Andrade de Dramaturgia, da Secretaria de Estado de Cultura de São Paulo; melhor vídeo da III Bienal de Vídeo do Museu de Arte Moderna – Medelin/Colômbia com E o ZÉ Reinaldo, continua nadando?.

1991/92 – mora em Portugal. Esta estadia deu origem ao livro Schifizfavoire: dicionário de português e vários trabalhos para a RTP (Rádio e Televisão Portuguesa).

1993 – escreve, semanalmente, para o Caderno 2 de O Estado de São Paulo.

1997/98 – escreve para a ISTO É. Recebe o prêmio de melhor roteiro latino de Gramado e melhor filme com O testamento do Senhor Napomuceno da Silva Araújo.

1998 – trabalha um romance que se chama Gregório, que trata da vida de um torcedor brasileiro na Copa do Mundo, em Paris. Escreve a peça de teatro O Caçador de Rolinhas.