ENCONTRO MARCADO    
VÍDEO    PERFIL    BIO    OBRA    EXCERTO    CRÍTICA 
FERREIRA GULLAR

Poesia

Um pouco acima do chão. São Luís do Maranhão: edição do autor, 1949.
A luta corporal. Rio de Janeiro: edição do autor, 1954.
Poemas. Rio de Janeiro: Coleção Espaço, 1958.
João Boa-Morte, cabra marcado para morrer (cordel). Rio de Janeiro: CPC da UNE, 1962.
Quem matou Aparecida? (cordel). Rio de Janeiro: CPC da UNE, 1962.
A luta corporal e novos poemas. Rio de Janeiro: João Álvaro Editor, 1966.
Dentro da noite veloz. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1975.
Poema sujo. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1976.
Antologia poética. São Paulo: Summus, 1978.
Na vertigem do dia. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1980.
Toda poesia. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira; São Paulo: Círculo do Livro, 1980.
Os melhores poemas de Ferreira Gullar. São Paulo: Global, 1985.
Antologia poética (em disco, na voz do autor). Rio de Janeiro: Som Livro, 1979.
Crime na flora. Rio de Janeiro: José Olympio, 1986.
Barulhos. Rio de Janeiro: José Olympio, 1987.

Ensaio

Teoria do não-objeto. Rio de Janeiro: SDJB, 1959.
Cultura posta em questão. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1965.
Vanguarda e subdesenvolvimento. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1969.
Uma luz no chão. Rio de Janeiro: Avenir, 1978.
Sobre arte. São Paulo: Avenir e Palavra e Imagem, 1984.
Etapas da arte contemporânea. São Paulo: Nobel.
Indagações de hoje. Rio de Janeiro: José Olympio, 1989.
Argumentação contra a morte da arte. Rio de Janeiro: Revan, 1992.

Teatro

Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come (com Oduvaldo Vianna Filho). Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1966.
A saída? Onde fica a saída? (com Armando Costa e A. C. Fontoura). Rio de Janeiro: Coleção Espetáculo, 1967.
Um rubi no umbigo. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1979.
Dr. Getúlio, sua vida e sua glória (com Dias Gomes). Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1968.
Dr. Getúlio, sua vida e sua morte. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1983.

Crônica

A estranha vida banal. Rio de Janeiro: José Olympio, 1989.

Ficção

Gamação. São Paulo: Global, 1996.
Cidades inventadas. Rio de Janeiro: Revan, 1997.

Memórias

Rabo de foguete, anos de exílio. Rio de Janeiro: Revan, 1998.

Edições no exterior

Livros

A luta corporal e outros incêndios, La lucha corporal y otros incendios, espanhol. Edición Gobernación del Distrito Federal y de Centro simón Bolívar, 1977.
Homem comum e outros poemas, Hombre común y otros poemas, espanhol. Editora Calicanto, 1979.
Poesia, Poesía, espanhol. Departamento de Difusión Cultural de la Universidad de Cuenca, 1982.
Poema sujo, Schmutziges gedicht, alemão. Suhrkamps Verlag, 1985.
Bananas podres, Faule bananem, alemão. Klaus Dieter Vervuert, 1986.
Poemas, Poemas, espanhol. Coleción Tierra Brasileña, Embajada de Brasil, 1987.
Poema sujo, Dirty poem, inglês, 1990, University Press of America.
O verde clarão dos dias, Der grüne glansz der tage, alemão. Serie Piper, R. Piper GmbH & Co. KG, 1991.
Na vertigem do dia, En el vértigo del día, espanhol. Editorial Aldus, 1998.
Poema sujo, Poema sucio, espanhol. Visor libros, 1998.

Antologias

Coisas da terra (In: Nova poesia da América), Cosas de la tierra (In: Nueva poesía de América), espanhol. Biblioteca Básica Universal, Centro Editor de América Latina, 1970.
O galo, as peras (In: Poesia contemporânea do Brasil), El gallo, las peras (In: Poesía contemporánea del Brasil), espanhol. Companía General Fabril Editora, 1972.
Cloud`s work (O trabalho das nuvens), (In: Brazilian poetry, an anthology of twentieth century), inglês. Wesleyan University Press, 1972.
Homem comum (Almindelig), O açúcar (Sikkeret), Maio 1964 (Maj 1964), Agosto 1964 (August 1964), Coisas da terra (Jordiske ting) , A vida bate (Livet pulserer), (In: Virkeligheden og billedet/ Ti brasilianske digtere, Brondums forlag, 1974.
The house, Oswald dead, A smile, The pears, Thing of the earth, August 1964, Subversive, Man Seated (In: Brazilian poetry 1950-1980), inglês. Wesleyan University Press, 1983.
Quatre morts par minute (In: Poèmes du Brésil), francês. Les Editions Ouvrières e Dessain et Tolrat, 1985.
Cosas de la tierra, La vida late, Poema sucio (trecho), (In: Poesía brasileña, Siglo XX), espanhol. Casa de las Américasm, 1986.
Frán urskog till megastad (In: Brasilansk literatur). Fabians Fórlag Uddevalla, 1994.
Je gaat naar huis (In: Het gedicht bericht), holandês. Stichting Poetry Internacional, 1996.
O galo, Vida, Falemos alto e Poema sujo (trecho), El gallo, Vida, Hablemos alto y Poema sucio (In: Visón de la poesía brasileña), espanhol. Red Internacional del Libro, 1996.
Oswald dead, In the body, The are many traps in the world, Poster, Sweet Talk, Noise (In: Twentieth-Century Latin American Poetry), inglês. University of Texas Press, 1996.

Revistas

Lessons from architecture, Hapiness, revista World Literature Today, inglês. University of Oklahoma, 1975.
The house, Chicago Review, inglês, 1975.
Poème sale (trecho), francês, revista Banana Split, fev. 1980.
In der schnellen nacht, revista Freibeuter, alemão, mar. 1980.
A galinha, Anettai-shicha, n. 18, japonês, 1981.
Mon peuple, Mon poème, Choses de la terre, revista Europe, francês, 1982.
Stadtratte (Bicho urbano), Die subversive (Subversiva), Erwartung (A espera), L’80, alemão, 1982.
Die arbeit der wolken das haus, Die Horen, n. 129, alemão, 1983.
Bananes pourries, revista Poésie Bretagne, francês, jan. 1985.
Une photographie aérienne, revista Braise, francês, jan.-mars 1985.
The wardrobe mirror, Translation, Ode to chance, The Journal Literary Translation, vol. XV, inglês, 1985.
Dezembro, Ocorrência, Zo-Key, n. 2, japonês, 1987.
Het werk der wolken (O trabalho das nuvens), Geschrift (Escrito), Je gaat naar huis (Não há vagas), Het huis (Voltas para casa), Vreugde (A alegria), Eerste levensjaren (Primeiros anos), De waterput (O poço de Medeiros), Avenue, n. 6, holandês, jun. 1987.
My mesure, The American Poetry Review, vol. 5, inglês, set.-out. 1987.
The wind, The American Voice, n. 8, inglês, 1987.
Happiness, Disaster, Modern Poetry in Translation, New Series, n. 6, inglês, King’s College London, University of London, winter 1994-95.
Het huis, De waterput, Poeszie is een gebaar, holandês, 1995.
Smutsigt poem (Poema sujo) (trecho), sueco.
Frutas, El esclavo, Barataria: Revista de Poesia, ano 3, n. 4, espanhol, noviembre-deciembre 1995.
Kinderen (Filhos), Inslapen (Adormecer), Portret van Marllamé (Fotografia de Marllamé), Een Moment (Um instante), Ochtend (Manhã), Vele stemmen (Muitas vozes), Cultus (Coito), Niet-Dicht gedicht (Poema poroso), Gerucht (Barulho), Poetry International, junho 1998.