ENCONTRO MARCADO    
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JOÃO UBALDO RIBEIRO

1941 – nasce João Ubaldo Osório Pimentel Ribeiro a 23 de janeiro na ilha de Itaparica, no estado da Bahia. É filho de uma baiana e de um político sergipano.

1958 – inicia sua vida de jornalista no Jornal da Bahia.

1959 – inicia o curso de Direito na Universidade Federal da Bahia.

1962 – conclui o curso de Direito.
– casa-se com Maria Beatriz Moreira Caldas.

1965 – obtém o título de Mestre em Administração Pública e Ciência Política pela Universidade da Califórnia do Sul, Los Angeles, EUA.

1968 – lança seu primeiro livro – o romance Setembro não tem sentido.

1971 – casa-se com Mônica Maria Roters. Dessa união nasceram duas filhas: Emília e Manuela.
– recebe o Prêmio Jabuti – melhor autor estreante, concedido pela Câmara Brasileira do Livro.
– lança o livro Sargento Getúlio.

1974 – lança o livro Vencecavalo e o outro povo.

1979 – publica o romance Vila Real.

1981 – lança o livro de contos Livro de histórias (mais tarde foram acrescentados dois contos e passou a se chamar Já podeis da pátria filhos) e o livro de ensaios Política: quem manda, por que manda, e como manda.

1982 – casa-se com Berenice de Carvalho Batella. Bento Manoel e Francisca são os filhos dessa união.

1983 – lança o livro infanto-juvenil Vida e paixão de Pandonar, o Cruel.
– o livro Vida e paixão de Pandonar, o Cruel recebe o Prêmio Orígenes Lessa – melhor para o jovem, da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil – FNLIJ.
– estréia o filme Sargento Getúlio, baseado no romance de mesmo nome. O longa-metragem de Hermano Penna foi eleito o melhor filme do Festival de Gramado e recebeu, também, os grandes prêmios da crítica, da imprensa, de melhor ator (Lima Duarte), de melhor ator coadjuvante (Orlando Vieira) e de melhor som direto (Mário Masetti). A película ganhou o troféu Leopardo de Bronze no Festival de Locarno, na Suíça.

1984 – o livro Vida e paixão de Pandonar, o Cruel recebe o prêmio de melhor livro juvenil do ano de 1984 da Associação Paulista de Críticos de Arte.
– publica o romance Viva o povo brasileiro.

1985 – o livro Viva o povo brasileiro recebe o Prêmio Jabuti – melhor romance do ano, concedido pela Câmara Brasileira do Livro.

1986 – é encenada a peça Vida e paixão de Pandonar, o Cruel, em cartaz no Teatro de Bolso Aurimar Rocha, na cidade do Rio de Janeiro.

1987 – a Escola de Samba Império da Tijuca desfila no Carnaval carioca com o samba-enredo Viva o povo brasileiro, baseado no romance homônimo.

1988 – lança o livro de crônicas (originalmente publicadas na imprensa) Sempre aos domingos.

1989 – lança o romance O sorriso do lagarto.

1990 – a convite da Deutscher Akademische Austauschdienst, instituição alemã, vai para Berlim onde permanece por quinze meses. Durante sua estada na Alemanha escreve uma coluna para um dos jornais mais importantes do país, o Frankfurter Rundschau. Esses artigos foram reunidos e transformados em livro lá e no Brasil, Um brasileiro em Berlim.
– publica o livro infanto-juvenil A vingança de Charles Tiburone.

1991 – a peça Sargento Getúlio (baseada no livro homônimo) estréia no Teatro Gláucio Gil, em Copacabana, cidade do Rio de Janeiro.
– a Rede Globo de Televisão leva ao ar a minissérie O sorriso do lagarto, baseada no romance homônimo, com direção de Roberto Talma e adaptação de Walter Negrão e Geraldo Carneiro.
– começa a ser produzido o primeiro trabalho do escritor realizado especialmente para a televisão. Trata-se da adaptação de O compadre de Ogum, elaborada em parceria com Luiz Carlos Maciel sobre um episódio do romance Os pastores da noite de Jorge Amado.

1993 – vence a eleição para a cadeira de número 34 da Academia Brasileira de Letras, que ficou vaga com a morte do jornalista Carlos Castello Branco. Concorriam com o escritor, o senador do estado do Piauí Álvaro Pacheco e o poeta e contista mineiro Olavo Drummond.

1994 – toma posse na Academia Brasileira de Letras, na cidade do Rio de Janeiro.

1995 – a TV Globo exibe A Maldita, uma adaptação do conto homônimo (encontrado no livro Já podeis da pátria filhos) feita pelo próprio autor e por Geraldo Carneiro.
– recebe o Prêmio Die Blaue Brillenschlange com a edição alemã do livro Vida e paixão de Pandonar, o Cruel. O prêmio é concedido na Alemanha ao melhor livro infanto-juvenil que aborda temas sobre a Ásia, a África e a América Latina.
– lança o livro de crônicas escritas durante sua permanência na Alemanha Um brasileiro em Berlim.

1996 – estréia Tieta do Agreste, filme do cineasta Cacá Diegues, que também assina o roteiro ao lado de João Ubaldo Ribeiro e Antonio Calmon.

1997 – renova o contrato com a Editora Nova Fronteira.
– é o único brasileiro a ser convidado para participar do encontro de personalidades da literatura mundial que o Instituto Goethe promove em Weimar, Alemanha.
– o cineasta Cacá Diegues compra os direitos de filmagem do livro Já podeis da pátria filhos. O longa-metragem será centrado no conto O santo que não acreditava em Deus, mas algumas situações e personagens de outros contos serão aproveitados.
– a TV Bahia, afiliada da TV Globo, produz e exibe o especial Danada de Sabida, baseado no conto que está no livro Já podeis da pátria filhos.
– vende os direitos de adaptação para o cinema e a televisão de Viva o povo brasileiro. O filme deverá estrear no ano 2000 e será dirigido pelo cineasta André Luiz Oliveira.
– lança o romance O feitiço da ilha do Pavão.

1998 – é escolhido – juntamente com o presidente Fernando Henrique Cardoso, o fotógrafo Sebastião Salgado, o arquiteto Oscar Niemeyer e a escritora Nélida Piñon – para gravar depoimento em vídeo para um projeto apoiado pela UNESCO, que reunirá cerca de 100 personalidades mundiais para compor uma biblioteca virtual intercultural do ano 2000. Atualmente, está escrevendo para a Editora Objetiva um livro sobre a luxúria, que faz parte de uma série de publicações que abordam os pecados capitais. Tem a intenção de fazer uma nova coletânea das crônicas que publica na imprensa e de escrever uma coleção de histórias sobre o Leblon – noites leblônicas.