ENCONTRO MARCADO    
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CARLOS HEITOR CONY

"Trata-se de momento excepcional de nossa literatura. Cony mostra que pode ser avançado e escrever bem. Não encontro em suas páginas o que mais detesto, a linguagem aproximativa, uma palavra no lugar da outra, como se o sucedâneo fosse tomar o lugar do autêntico. Seu talento criador espanta-me"
Carta de Gilberto Amado a Cony de 28 de dezembro de 1962 in: Prefácio de Matéria de Memória. Rio de Janeiro: Ediouro, 1991.

(...) "o representante principal do neo-realismo brasileiro"
Otto Maria Carpeaux in: Pequena bibliografia da Literatura brasileira

"Romances chocantes e pungentes que já garantiram a Cony um lugar definitivo na história da ficção brasileira"
Paulo Rónai in: Prefácio de A verdade de cada dia. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1963.

Sobre Quase Memória

"Pode-se resumir numa única palavra a crítica ao último livro de Carlos Heitor Cony (Quase Memória): é uma obra-prima".
Wilson Martins, Jornal do Brasil.

"É uma história cheia de episódios inesquecíveis, dos quais, pelo menos um – o do balão que volta para morrer onde nasceu – sairá deste livro para as antologias da literatura brasileira."
Ruy Castro

"Cony escreveu um dos mais deliciosos romances brasileiros de todos os tempos. Seu livro é uma obra-prima e não se fala mais nisso".
Mário Prata, O Estado de S. Paulo

"O livro é de grande charme. Quase Memória é uma igreja de estilo que Cony erige no espírito do fim do século".
Paulo Francis, O Globo

Sobre A casa do Poeta Trágico

"O novo romance de Cony o transforma no romancista decisivo no Brasil deste fim de milênio".
Antonio Olinto, Tribuna da Imprensa