ENCONTRO MARCADO    
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ANTÔNIO NÓBREGA

Sobre o espetáculo Madeira Que Cupim Não Rói

"Acompanhado por uma competente banda de sete músicos, Nóbrega interpreta cantigas, cocos, cirandas e frevos enquanto dança e conta histórias. O repertório é do tipo que fica na memória do espectador ao final de cada apresentação."
Luiz Sampaio – Revista Veja, 1/10/97

"A cena do marceneiro da elegância. Com certeza, Antônio Nóbrega justifica no palco o uso da palavra espetáculo como poucos artistas no Brasil."
Bráulio Neto – O Globo, 20/9/97

"O palhaço, rabequeiro, passista e cantador passou a encarnar uma das sínteses possíveis da qualidade e da dignidade da cultura que os índios encontrados, os brancos degredados e os negros acorrentados cozeram neste caldeirão de raças chamado Brasil. A concepção de Madeira Que Cupim Não Rói, título herdado da marcha-de-bloco composta por Capiba, mestre de todos os mestres, para o Madeira do Rosarinho, é a da beleza que explica por não precisar explicar, contendo-se em si mesma, como pérola rara, que sempre brilha para iluminar, nunca para ofuscar."
José Nêumanne – Jornal da Tarde, 17/10/97

"Seu jogo de expressões está à altura dos maiores mímicos. Consegue assumir a forma de um personagem de quadrinhos ou do cinema mudo, um Carlitos nordestino, caricato, colorido e alegre. E é um virtuose da dança, exibindo desde passos de capoeira até de frevos e maracatus. Tudo embalado em requinte e emoção."
Luís Nassif – Folha de S.Paulo, 28/03/98