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RAQUEL JARDIM

[ Juiz de Fora: 1926 ] É comum a referência a Proust quando se fala em Rachel Jardim. E não é para menos. A literatura que essa mineira de Juiz de Fora produz é um mergulho na alma humana. Não por acaso, Rachel mergulha, há já dois anos, nos meandros e sinuosidades da escritura proustiana, em um grupo que, sob a sua égide, se dedica exclusivamente ao estudo do grande mestre francês.
Elogiada pelos seus pares e pela crítica, autora premiada e traduzida, Rachel Jardim merece ser mais conhecida do grande público. Ou como disse Roberto Drummond, em relação a Inventário das cinzas: "Leiam Rachel Jardim: é urgente".

Atualizado em 1999