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MAURO RASI

27 de fevereiro de 1949 – nasce Mauro Perroca Rasi, em Bauru/SP.

1962 – prêmio de um festival de teatro amador, em Campinas, com O Duelo do Caos Morto.

1968 – foi à Europa estudar num conservatório musical. Esteve em Londres e Paris, indo depois para Nova York.

1971 – regressou ao Brasil, trazendo na bagagem a peça A massagem. Teve ainda neste ano mais duas peças encenadas em São Paulo. Recebe o prêmio Anchieta, no Concurso de Dramaturgia promovido pela Comissão Estadual de Teatro, em São Paulo, com Os Bastardos. Menção honrosa em São Paulo com El Cabaret.

1973 – premiado em 1971, voltou a ser muito discutido pela crítica e pelo público com o escândalo causado por Ladies na madrugada.

1976 – transfere-se para o Rio de Janeiro.

1978 – no Rio, montou Se minha empregada falasse, um monólogo, que obteve muito sucesso. É também de 78 a peça Casa de Irene, que chegou a ser ensaiada, mas não foi montada.

1980 – As 1001 Encarnações de Pompeu Loredo, em parceria com Vicente Pereira, vai dar origem ao besteirol.

1982 – Doce Deleite, em parceria com Vicente Pereira e Alcione Araújo, foi o sucesso que o reabilitou perante a crítica e lhe abriu as portas para a TV, onde colaborou na redação de textos para programas como Planeta dos Homens e Chico Anísio Show.

1985 – Outro sucesso de Mauro Rasi, Batalha de arroz num ringue para dois, vai desvelar em quatro bodas – do Ciúme, da Egolatria, da Supressão e da Paixão – cenas divertidíssimas da rotina do casamento. Um autêntico exemplo do teatro de esquetes.

1986 – Prêmio Inacen, no Rio de Janeiro.

1987 – Com A Cerimônia do Adeus, dentro de seu projeto de escrever uma trilogia, Rasi escreve sua primeira peça tendo por tema a família. Por essa peça recebe o prêmio Molière de melhor autor teatral, e prêmio Mambembe, no Rio, e também o prêmio Apetesp em São Paulo.

1989 – Com A Estrela do Lar, Rasi retoma a direção e vem dirigindo suas peças desde então.

1990 – Com A Estrela do Lar, recebe o prêmio Molière, o prêmio Shell e o prêmio Golden Metais como melhor autor.

1992 – com Baile de Máscaras, recebe quatro prêmios Molière e o prêmio Shell.

1993 – em meio ao processo de escrita da peça Pérola, em dezembro, falece sua mãe.

1996 – com Pérola, recebe o prêmio Mambembe e o prêmio Sharp como melhor autor.

1998 – Rasi escreve e faz direção de arte de sua nova peça O crime do Doutor Alvarenga.