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SANDRA KOGUT

Sobre Sandra Kogut

“Ela começou sua carreira fazendo experimentações com vídeo, montou uma rede vídeos-cabine e fez uma Parabolic People. Inspirada pelo exílio francês, estourou com o obrigatório documentário Um passaporte húngaro. Em novembro de 2007, ela estreou no circuito com o singelíssimo Mutum, seu primeiro longa-metragem de ficção. A adaptação da obra Campo Geral, de Guimarães Rosa, levou o prêmio de melhor filme no Festival do Rio(...).”
In: Revista Moviola, 20/12/07

Sobre o filme Mutum
Por Rosângela Dantas

Uma adaptação da novela Campo Geral, primeira história que compõe o livro Manuelzão e Miguilim de Guimarães Rosa. Seu primeiro longa de ficção é um filme de 'gente grande' que visita a aridez de Nelson Pereira dos Santos e o olhar belo sobre as coisas duras da vida de Walter Moreira Salles.
Comparações à parte, Sandra Kogut mostra a que veio no que diz respeito à direção.
In Jornal do Brasil, 29/02/08

Sobre o documentário Um passaporte húngaro
Por Pedro Butcher


(...) Sandra Kogut não possui uma formação de cineasta, mas é experiente na realização de vídeos. Talvez por isso ela consiga utilizar com tamanha destreza a câmera digital. Vale dizer, aliás, que o fato de o documentário ter sido realizado por meio dessa tecnologia é um dos fatores de sucesso do filme. (...)
"Um passaporte húngaro" é mais uma confirmação do ótimo momento do documentário brasileiro. É uma investigação pessoal, mas que, ao mesmo tempo, tem muito a dizer sobre este país cheio de contradições (Avaliação: três estrelas).
In Folha de São Paulo, 28/11/03

Sobre o filme Mutum
Por Luís Carlos Merten

(...) fui ver Mutum, de Sandra Kogut, no encerramento da Quinzena dos Realizadores. Não tenho tempo, aqui, agora, de explicar meus motivos, mas tenho a impressão de haver assistido ao melhor filme brasileiro de 2007. Mutum é fora de série! Sandra Kogut, uma diretora jovem, urbana, adentra o universo de João Guimarães Rosa e propõe a gênese de um de seus personagens míticos, Miguelim. (...)
In Blogs Estadão, 25/05/07

Uma das mais proeminentes personalidades da videoarte brasileira, Sandra Kogut tem se notabilizado no circuito cultural dentro e fora do país através de exibições e premiações de seu trabalho em cinema e vídeo. Dedicada à criação de performances, instalações e obras em vídeo desde 1984, é hoje identificada como uma voz pioneira dentro do país. Também tem sido reconhecida pelas produções em cinema, desde 1990, e suas criações multimídia, a partir de 1992. Participou da realização do programa Brasil Legal, da Rede Globo, e foi diretora artística da Globograph, empresa especializada na pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias.
In Catálogo do 12º Videobrasil: de 22 de setembro a 11 de outubro de 1998, p. 18, São Paulo, SP