ENCONTRO MARCADO    
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ARTHUR OMAR

Filmes
Triste trópico (1974)
Serafim ponte grande (1971)
Sumidades carnavalescas (1971)
Congo (1972)
O anno de 1798 (1975)
Tesouro da juventude (1977)
Vocês (1979)
Música barroca mineira (1981)
O som, ou tratado de harmonia (1984)
Ressurreição (1989)
O inspetor (1988)

Vídeos
Tony cragg in / no rio (1984)
O nervo de prata (1987)
A coroação de uma rainha (1993)
Inferno (1994)
As férias do investigador (1994)
Castelo resiste (1995)
Dreams & ghost stories (1996)
Drums spots (1996)
A ascensão de Mario, o pintor (1996)
Derrapagem no éden (1997)
A última sereia (1997)
Notas do céu e do inferno (1998)
Pânico sutil (1998)
A lógica do êxtase (1998)
A nova carta de caminha (1999)
Infinito contínuo (1999) - 39 min.
O ursinho de pelúcia (1999) - 15 min.

Livros
Antropologia da face gloriosa. Rio de Janeiro: Editora Cosac & Naify, 1998
O zen e a arte gloriosa da fotografia. Rio de Janeiro: Edição do Centro Cultural Banco do Brasil, 1999
O esplendor dos contrários. São Paulo: Editora Cosac & Naify, 2002

Fotografia (Exposições individuais)
Tempo do olhar (1983)
Antropologia da face gloriosa I (1993)
Antropologia da face gloriosa II (1993)
Panorama das artes (1997)
A grande muralha (1998)
Demônios, espelhos e máscaras celestiais (1998)
Antropologia da face gloriosa III instalação polar (1999)
Arte e tecnologia (1999)

Instalações
Silêncios do Brasil (1992)
Inferno (1994)
Máquina zero (1995)
Massaker! (1997)
Muybridge/Beethoven (1997)
Atos do diamante (1998)

Exposições Individuais
Antropologia da Face Gloriosa I: fotografias, 1983, MAM, Rio de Janeiro (RJ)
Tristão e Isolda: instalação ambiental, 1983, na galeria Sérgio Milliet, Funarte, Rio de Janeiro (RJ)
Retrospectiva no MoMA, 1990, Nova York (Estados Unidos)
Antropologia da Face Gloriosa II: fotografias, 1993, no MIS/SP
Demônios, espelhos e máscaras celestiais: 18 autorretratos, 1997, no Centro Cultural Light, Rio de Janeiro.
Massaker! , instalação de vídeo, 1997, na Casa das Rosas, São Paulo (SP)
Muybridge/Beethoven, instalação de vídeo, 1997, no Paço das Artes, São Paulo (SP), 1997 –
Demônios, espelhos e máscaras celestiais: 18 autorretratos, 1998, no MAM/SP.
Riverão, instalação de vídeo, 2000, no Shopping Center Iguatemi, São Paulo (SP) instalação de vídeo.
A lógica do êxtase: retrospectiva, 2000, no CCBB Rio de Janeiro (RJ)
O esplendor dos contrários, 2000, no CCBB São Paulo(SP):, 2001, no CCBB Rio de Janeiro (RJ)
Individual, 2003, na Galeria Nara Roesler, São Paulo (SP)

Exposições Coletivas
Participou de quase 60 exposições coletivas ao longo de sua carreira, em várias cidades do Brasil e também do exterior como Havana, Nova York, Lisboa, Valência, Madri etc, sendo a primeira no Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro, em 1983.

PRÊMIOS
Filmes
Triste Trópico (1974): Prêmio Especial do Júri e Placa de Prata da Crítica, no Festival do Cinema Brasileiro de Belém (1974). Incluído entre os 15 melhores filmes brasileiros numa enquete da Revista Vozes de agosto de 1980, e selecionado para uma retrospectiva histórica do cinema brasileiro no Festival dos Três Continentes, Nantes (França) 1982, entre apenas 10 outros filmes. Incluído na mostra do Centro Georges Pompidou de filmes brasileiros em Paris, 1987.
O anno de 1798 (1975): Premiado no Festival de Curta Metragem do Jornal do Brasil, em 1975.
Tesouro da Juventude (1977) Selecionado para a mostra Passages de l’image, Beaubourg. Paris, 1990.
Vocês (1979) Primeiro prêmio no Festival de Curta-Metragem do Jornal do Brasil de 1979. Escolhido para representar o Brasil na Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes de 1980.
Música Barroca Mineira (1981) Projeto premiado na concorrência para filme cultural produzido pelo DAC- MEC. Prêmio de melhor filme experimental na Jornada de Curta-Metragem de Salvador. Prêmio Especial do Júri no Festival de Gramado, 1982.
O Som ou o Tratado da Harmonia (1984) Selecionado para a competição oficial do primeiro FestRio, e representante do Brasil no Festival de Berlim de 1985. Prêmio de melhor direção no Festival de Gramado de 1985. No Rio Cine Festival de 1985, recebe o prêmio de Melhor direção, prêmio Estímulo por Melhor trilha sonora, e prêmio de Melhor filme pelo júri oficial. Prêmio de melhor filme e melhor montagem no Festival de Caxambu de 1985. Incluído entre os cinco melhores curtas-metragens dos anos oitenta, numa enquete nacional coordenada pelo Museu da Imagem e do Som de São Paulo.
Ressurreição (1989). Selecionado para Passages de l’image, exposição no Beaubourg, 1990, como contribuição importante para a visualidade contemporânea. Abertura hors-concours do Festival de Clermont-Ferrand, 1994.. Selecionado para a mostra dos 100 melhores curtas de todos os tempos no festival de cinema do México, 1995. Recusado duas vezes no Festival de Gramado.
O Inspetor (1988) Prêmio Leon Hirzman conferido pelo CIDALC, Associação internacional de críticos, no FestRio de 1988. Prêmio Joaquim Pedro de Andrade (Troféu Muiraquitã) oferecido pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro como o Melhor curta nacional do ano de 1988. Convidado para participar do New York Film Festival de setembro de 1989, como o único representante da América Latina, entre longas e curtas.

Vídeos
O Nervo de Prata: Melhor vídeo no FestRio, competição internacional. Melhor vídeo e Melhor fotografia no Festival de Cinema e Vídeo do Maranhão (1997).
A Coroação de uma Rainha: Melhor fotografia e Melhor trilha sonora no Rio Cine Festival (1993)
As férias do investigador Abertura do Festival de Caracas (1994), competição no Festival internacional de programas audiovisuais (Fipa) Nice (199) e competição no festival de Oberhausen, 1995.
O Castelo resiste: seleção oficial do festival de Locarno, Suíça (1995)

Exposições
O esplendor dos contrários e Fracções de luz: prêmio da APCA - Associação Paulista dos Críticos de Arte (2001).